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Aqui você terá oportunidade de conhecer um projeto que aborda a questão do uso de drogas, tendo a prevenção como elemento principal da sua ação.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012


Levantamento mostra que 62% das pessoas que experimentaram a droga tinham menos de 18 anos
Mais de 1,5 milhão de brasileiros usam maconha diariamente, revela o Levantamento Nacional de Álcool e Drogas (Lenad), divulgado pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). O estudo, que ouviu 4.607 pessoas com mais de 14 anos em 149 municípios, mostra que oito milhões de adultos, o equivalente a 7%, já experimentaram a substância. O estudo também mostra que 62% das pessoas que experimentaram a droga tinham menos de 18 anos, sendo que 17% deles admitiram ter conseguido maconha dentro da própria escola. O número de usuários nessa faixa etária cresceu desde o último levantamento, realizado em 2006. Antes, havia menos de um adolescente para cada adulto que fazia uso de maconha; em 2012, o índice subiu para 1,4. A pesquisa anterior, no entanto, era menos abrangente que a atual.
[A notícia foi publicada nos principais jornais do País – 02/08/2012]

quarta-feira, 25 de julho de 2012



Medo e despreparo para lidar com a gestação podem levar às mortes
Em artigo, o psiquiatra Jairo Bouer fala sobre duas pesquisas recentes que abordam o delicado tema da morte de adolescentes mulheres no mundo e divergem sobre qual seria a principal causa dessa tragédia. A primeira, publicada em junho na revista médica The Lancet, aponta o suicídio como a segunda causa de morte de jovens no mundo e a principal entre as garotas. A segunda, divulgada este mês pela Organização Não-Governamental Save the Children, revela que a principal causa de morte das jovens são as complicações decorrentes de uma gravidez precoce. Para Jairo, mais importante do que saber se está é ou não a causa das mortes, é pensar em estratégias para identificar e tratar os transtornos mentais e trabalhar a prevenção da gravidez na adolescência.
Questões – O especialista propõe dois questionamentos: “Será que o medo e o despreparo em lidar com uma gestação ou com um aborto não podem desestabilizar o equilíbrio emocional e contribuir para um maior risco de suicídio? Ou será que uma garota com a autoestima abalada engravida para tentar achar um papel social? Talvez os dois problemas estejam mais próximos do que imaginamos”.
[Revista Época– 22/07/2012]


Há seis anos abrigos não recebiam recém nascidos infectados
Bebês com o vírus HIV voltaram a ser realidade nas maternidades do Rio. A Sociedade Viva Cazuza, que não recebia recém-nascidos infectados há seis anos, abrigou 12 nos últimos 18 meses. No mesmo período, o Abrigo Evangélico da Pedra de Guaratiba acolheu 14. Muitos são filhos de mães viciadas em drogas como o crack. "Segundo o Juizado, geralmente são filhos de usuárias de droga", afirma Christina Moreira, coordenadora de projetos da Sociedade Viva Cazuza. "Esse fenômeno é preocupante, mas recente na saúde pública, por isso, não temos estatísticas", explica a gerente do programa municipal de DST/Aids, Lílian Lauria. Ela alerta que, "se a mulher soropositiva toma medicação na gestação, o risco de transmissão é menor que 1%. Mas se só chega na hora do parto esse índice não é possível".
[O Dia (RJ) – 24/07/2012]

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Palavra do dia: Atitude.
Então:
Leiam bastante.
Prestem atenção em tudo.
Abram os olhos para ver e não só para enxergar.
Sejam curiosos para aprender.
Não aceitem nada sem explicação.
Não aceitem nada sem saber o porquê.
E, sobretudo, temam a Deus, pois este é o princípio de toda sabedoria.